terça-feira, 26 de novembro de 2013
Conclusão da parte teórica da subunidade "imagem"
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Modelos de Cor
Modelos de cor:
-Modelo RGB;
-Modelo CMYK;
-Modelo HSV;
-Modelo YUV.
Existem vários tipos de modelos de cor, como se vê, que estão adaptados a dispositivos de saída.
Objectivos dos modelos de cor:
RGB - permite ver imagens com cor nos monitores, televisões, ou seja, emissão de luz por determinados equipamentos;
CMYK - é utilizado nas impressoras;
HSV - para profissionais que utilizam muito cores nos seus trabalhos é utilizado este modelo de cor para mistura de cores;
YUV - é utilizado na transmissão de sinais de televisão.
Caracterização dos modelos de cor
RGB (Red, Green, Blue)
O modelo RGB é um modelo aditivo, ou seja, a fusão das suas 3 cores primárias (verde, azul e vermelho) não resulta em nenhuma cor, resulta na luz. A ausência de luz corresponde à cor preta.
Uma cor num sistema digital é representada por um conjunto de valores numéricos. Num sistema decimal os valores vão de 0 a 1.

Exemplo:
A cor branca corresponde a (1,1,1), fusão das três cores primárias.
A cor preta corresponde a (0,0,0), ausência de luz.
Como já disse o modelo RGB é utilizado nos monitores de computador e de televisão, por exemplo, e está associado à emissão de luz pelos próprios equipamentos.
CMYK (Cyan, Magenta, Yellow, Black)
O modelo CMYK é um modelo subtractivo, ou seja, a fusão das suas 3 cores primárias (ciano, amarelo e magenta) resulta no preto.
Este modelo é constituído a partir do modelo CMY ao qual foi acrescentada a cor preta. Esta cor adicionada para facilitar a obtenção que for impressa uma imagem em papel.
O modelo CMY baseia-se na forma como a Natureza cria as cores através do reflexo da luz e da absorção dos objectos dela, por essa razão é considerado um modelo subtractivo.

Observação:
- as cores primárias do modelo CMY são as secundárias do modelo RGB;
- as cores primárias do modelo RGB são as cores secundárias do modelo CMY.
Como no modelo RGB também o modelo CMYK a cada core corresponde um conjunto de números decimais sendo o seu mínimo o valor 0 e o seu máximo o 1.
- A cor branca corresponde a (0,0,0).
- A cor preta corresponde a (1,1,1).
O modelo CMYK é utilizado em impressoras e fotocopiadoras, onde há um sobreposição de camadas de tinta das suas cores primárias.
HSV (Hue, Saturation, Value)
Hue - tonalidade
Saturation - saturação
Value - valor (luminosidade ou brilho de um cor)

O modelo HSV baseia-se na percepção humana da cor do ponto de vista dos artistas plásticos, estes para obterem várias cores combinam tonalidades com elementos de brilho e de saturação. (por exemplo, a mistura de cores numa paleta, imagem em cima).
Neste modelo é mais fácil de manusear as cores em função de sombras e tons de cor, do que apenas com as cores vermelho, verde e azul.
Muitas mais cores do que no modelo RGB:

A tonalidade é a cor pura com saturação e luminosidade máximas. O seu valor varia entre 0º e 360º.
A saturação é maior ou menor intensidade da tonalidade. O seu valor varia entre 0% e 100%.
É utilizada para descrever se uma cor é viva/pura.
Uma cor saturada não contém nem a cor preta nem a cor branca.
- A cor preta corresponde a (1,1,1).
O modelo CMYK é utilizado em impressoras e fotocopiadoras, onde há um sobreposição de camadas de tinta das suas cores primárias.
HSV (Hue, Saturation, Value)
Hue - tonalidade
Saturation - saturação
Value - valor (luminosidade ou brilho de um cor)

O modelo HSV baseia-se na percepção humana da cor do ponto de vista dos artistas plásticos, estes para obterem várias cores combinam tonalidades com elementos de brilho e de saturação. (por exemplo, a mistura de cores numa paleta, imagem em cima).
Neste modelo é mais fácil de manusear as cores em função de sombras e tons de cor, do que apenas com as cores vermelho, verde e azul.
Muitas mais cores do que no modelo RGB:
A tonalidade é a cor pura com saturação e luminosidade máximas. O seu valor varia entre 0º e 360º.
A saturação é maior ou menor intensidade da tonalidade. O seu valor varia entre 0% e 100%.
É utilizada para descrever se uma cor é viva/pura.
Uma cor saturada não contém nem a cor preta nem a cor branca.
O valor é a luminosidade ou o brilho de um cor, ou seja, se um cor é mais clara ou mais escura. Varia também entre 0% e 100%.
luminosidade = luz reflectida
brilho = luz emitida
YUV
luminosidade = luz reflectida
brilho = luz emitida
YUV
O modelo YUV guarda a informação
de luminância separada da informação da cor.
Assim, é definido pela componente luminância (Y) e pela componente crominância ou cor (U = blue - Y e V = red - Y).
Com este modelo de cor é possível representar uma imagem a preto e branco reduzindo para isso a luminância.
O modelo YUV permite uma boa compressão dos dados.
de luminância separada da informação da cor.
Assim, é definido pela componente luminância (Y) e pela componente crominância ou cor (U = blue - Y e V = red - Y).
Com este modelo de cor é possível representar uma imagem a preto e branco reduzindo para isso a luminância.
O modelo YUV permite uma boa compressão dos dados.
Bibliografia:
Baseado nos power point disponibilizados pela professora
http://1.bp.blogspot.com/_TdKNl-eywDo/S9A8OvYww8I/OXS5rEv40jQ/s1600/cubo.jpg
http://static.freepik.com/fotos-gratis/cmyk-cor-vector_34-53585.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_OhPtwZMblw8/THO_2XVDx2I/1600/paleta.gif
http://blog.capitalcartoes.com.br/files/2010/08/RGB.gif
http://upload.wikimedia.org/wikipedia//SubtractiveColorMixing/300px-SubtractiveColorMixing.png
http://3.bp.blogspot.com/-jGCN-uTErA8/TV5qhD2bcBI/-unwzyLG11c/s1600/dsfgthrf.jpg
Baseado nos power point disponibilizados pela professora
http://1.bp.blogspot.com/_TdKNl-eywDo/S9A8OvYww8I/OXS5rEv40jQ/s1600/cubo.jpg
http://static.freepik.com/fotos-gratis/cmyk-cor-vector_34-53585.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_OhPtwZMblw8/THO_2XVDx2I/1600/paleta.gif
http://blog.capitalcartoes.com.br/files/2010/08/RGB.gif
http://upload.wikimedia.org/wikipedia//SubtractiveColorMixing/300px-SubtractiveColorMixing.png
http://3.bp.blogspot.com/-jGCN-uTErA8/TV5qhD2bcBI/-unwzyLG11c/s1600/dsfgthrf.jpg
Modelos de Cor
Conceito
Os modelos de cor fornecem métodos que permitem especificar uma determinada cor. Por outro lado, quando se utiliza um sistema de coordenadas para determinar os componentes do modelo de cor, está-se a criar o seu espaço de cor. Neste espaço cada ponto representa uma cor diferente.
Antes de serem descritos alguns modelos, convém diferenciar modelo aditivo de subtractivo. O modelo utilizado para descrever as cores emitidas ou projectadas é considerado aditivo e para as cores impressas é considerado subtractivo.
Modelo aditivo
Num modelo aditivo a ausência de luz ou de cor corresponde à cor preta, enquanto que a mistura dos comprimentos de onda ou das cores vermelha (Red), verde (Green) e azul (Blue) indicam a presença da luz ou a cor branca.
O modelo aditivo explica a mistura dos comprimentos de onda de qualquer luz emitida.
Modelo subtrativo
Num modelo subtractivo, ao contrário do modelo aditivo, a mistura de cores cria uma cor mais escura, porque são absorvidos mais comprimentos de onda, subtraindo-os à luz. A ausência de cor corresponde ao branco e significa que nenhum comprimento de onda é absorvido, mas sim todos reflectidos.
O modelo subtractivo explica a mistura de pinturas e tintas para criarem cores que absorvem alguns comprimentos de onda da luz e reflectem outros. Assim, a cor de um objecto corresponde à luz reflectida por ele e que os olhos recebem.
Webgrafia:
Conteúdos do livro Aplicações Informáticas B - Porto Editora
http://esagapib12ano.blogspot.pt/2010/02/depois-de-terem-sido-abordados-os.html
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Cor
Conceito
O conceito de Cor está associado á percepção, pelo sistema de visão do ser humano, da luz emitida, difundida ou reflectida pelos objectos, sendo considerada um atributo dos mesmos.
A cor de um objecto dependente das características das fontes de luz que o iluminam, da reflexão da luz produzida pela superfície e, por último, das características sensoriais do sistema de visão humano, os olhos, ou de câmaras digitais.
A não existência de luz implica que nada se veja e, portanto, significa a não existência de cor.
A Luz contém uma variedade de ondas electromagnéticas com diferentes comprimentos de onda. S e o comprimento de uma onda electromagnética pertencer ao intervalo de 380 a780 nm (nanómetros) é detectada e interpretada pelo sistema de visão do ser humano. Estes diferentes comprimentos de onda constituem o espectro de luz visível do ser humano e estão associados a diferentes cores.
A interpretação das cores é feita pelo cérebro humano depois de a luz atravessar a íris e ser projectada na retina. Desta forma, os olhos são os sensores de toda a visão e esta pode ser do tipo escotópica e fotópica.
A visão Escotópica é assegurada por um único tipo de bastonetes existentes na retina. Estes são sensíveis ao brilho e não detectam a cor. Isto quer dizer que são sensíveis a alterações da luminosidade, mas não aos comprimentos de onda da luz visível.
A visão Fotópica é assegurada por um conjunto de três tipos diferentes de cones existentes na retina. Estes são sensíveis à cor e, portanto, aos comprimentos de onda da luz visível. O número de cones da retina distribuem-se da seguinte forma: 64% são do tipo vermelho (Red), 32% do tipo verde (Green) e 2% do tipo azul (Blue).
O conceito de Cor está associado á percepção, pelo sistema de visão do ser humano, da luz emitida, difundida ou reflectida pelos objectos, sendo considerada um atributo dos mesmos.
A cor de um objecto dependente das características das fontes de luz que o iluminam, da reflexão da luz produzida pela superfície e, por último, das características sensoriais do sistema de visão humano, os olhos, ou de câmaras digitais.
A não existência de luz implica que nada se veja e, portanto, significa a não existência de cor.
A Luz contém uma variedade de ondas electromagnéticas com diferentes comprimentos de onda. S e o comprimento de uma onda electromagnética pertencer ao intervalo de 380 a780 nm (nanómetros) é detectada e interpretada pelo sistema de visão do ser humano. Estes diferentes comprimentos de onda constituem o espectro de luz visível do ser humano e estão associados a diferentes cores.
A interpretação das cores é feita pelo cérebro humano depois de a luz atravessar a íris e ser projectada na retina. Desta forma, os olhos são os sensores de toda a visão e esta pode ser do tipo escotópica e fotópica.
Visão escotópica e Visao fotópica
A visão Fotópica é assegurada por um conjunto de três tipos diferentes de cones existentes na retina. Estes são sensíveis à cor e, portanto, aos comprimentos de onda da luz visível. O número de cones da retina distribuem-se da seguinte forma: 64% são do tipo vermelho (Red), 32% do tipo verde (Green) e 2% do tipo azul (Blue).
Uma imagem vale mais que mil palavras
Nos acreditamos que estamos a começar a usar as imagens para comunicarmos de uma forma nova. A imagem é um idioma universal sem fronteiras e descreve verdades e histórias que podem ser reconhecidas por todos os humanos.
Imagem
Conceito
Imagem (do latim: imago) significa a representação visual de um objecto. Em grego antigo corresponde ao termo 'eidos', raiz etimológica do termo ideia ou eidea.
Em senso comum, imagem, envolve tanto o conceito de imagem adquirida como a gerada pelo ser humano, em muitos domínios, quer na criação pela arte, quer como simples registo foto-mecânico, na pintura, no desenho, na gravura, em qualquer forma visual de expressão da ideia.
Informaticamente, as imagens podem ser resultado de um processo de captura do mundo real ou geradas inteiramente por computador onde posteriormente poderão ser integradas em diversas áreas como anúncios publicitários, a própria arquitetura dos edifícios e das obras de engenharia, os utensílios domésticos, as vestimentas, os veículos de transporte, etc. Todas as imagens digitais provenientes do mundo real resultam de um processo de captura de material impresso, ou de fotogramas (frames) e designam-se por imagens capturadas (scanned still images). As imagens digitais produzidas inteiramente em computador designam-se por imagens sintetizadas (synthesized still images).
A imagem digital é a representação de uma imagem bidimensional usando números binários codificados de modo a permitir seu armazenamento, transferência, impressão ou reprodução, e seu processamento por meios eletrônicos. Há dois tipos fundamentais de imagem digital: estática e vetorial.
As imagens digitais têm aplicações em diversos campos: comercial, industrial, científico, pedagógico, lúdico, entre outros.
Podem também ser impressas em revistas, jornais, livros, textos, gravadas em suportes físicos, editadas e manipuladas com a ajuda de programas informáticos e transmitidas pelas redes informáticas.
Em senso comum, imagem, envolve tanto o conceito de imagem adquirida como a gerada pelo ser humano, em muitos domínios, quer na criação pela arte, quer como simples registo foto-mecânico, na pintura, no desenho, na gravura, em qualquer forma visual de expressão da ideia.
Informaticamente, as imagens podem ser resultado de um processo de captura do mundo real ou geradas inteiramente por computador onde posteriormente poderão ser integradas em diversas áreas como anúncios publicitários, a própria arquitetura dos edifícios e das obras de engenharia, os utensílios domésticos, as vestimentas, os veículos de transporte, etc. Todas as imagens digitais provenientes do mundo real resultam de um processo de captura de material impresso, ou de fotogramas (frames) e designam-se por imagens capturadas (scanned still images). As imagens digitais produzidas inteiramente em computador designam-se por imagens sintetizadas (synthesized still images).
A imagem digital é a representação de uma imagem bidimensional usando números binários codificados de modo a permitir seu armazenamento, transferência, impressão ou reprodução, e seu processamento por meios eletrônicos. Há dois tipos fundamentais de imagem digital: estática e vetorial.
Utilizaçao da imagem digital
Podem também ser impressas em revistas, jornais, livros, textos, gravadas em suportes físicos, editadas e manipuladas com a ajuda de programas informáticos e transmitidas pelas redes informáticas.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Nuvem de Palavras
Para que servem as nuvens de palavras?
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